sexta-feira, maio 26, 2006

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Uma velhinha, com mais de 80 anos, mas toda elétrica, entra na farmácia e pergunta para o balconista:

Vocês têm analgésicos?
Temos sim senhora

Vocês têm remédio contra reumatismo?
Temos sim senhora.

Vocês têm viagra?
Temos sim senhora.

Vocês têm soníferos?
Temos sim senhora.

Vocês têm remédio para a memória?
Temos sim senhora.

Vocês têm corega?
Temos siiim senhora.

Vocês têm fraldas geriátricas?
Temos sim senhooooora.

Vocês têm remédio para pressão alta?
Temos sim senhoooora.

Vocês têm cremes para rugas ?
Temos sim senhooooraaaaaaa.


Vocês têm...

Minha senhora, aqui é uma farmácia, nós temos isso tudo. Qual é o seu problema?

É que vou casar no fim do mês. Meu noivo tem 95 anos e nós gostaríamos de saber se podemos deixar nossa Lista de Casamento aqui com vocês...???

quinta-feira, maio 25, 2006

Aqui no escritório onde eu trabalho os aparelhos eletrônicos são da era da Pedra Lascada. Nem vou entrar em detalhes aqui senão é capaz de eu começar a chorar. Eu vivo tendo problemas com meu pcnossáuro porque o dito quebra e é a maior dificuldade pra se conseguir outra peça . O meu teclado é uma droga e já me causou situações embaraçosas numa época que a letra V tava emperrada.

Eu apertava a tecla V e ela não funcionava, mas eu só fui perceber isso algum tempo mais tarde. Na época eu tinha uma cliente chamada Maria da Luz Carvalho e emitia várias notas de prestação de serviço pra ela, até que um dia ela me ligou:

- Alô Márcia, eu tô ligando pra avisar que você está escrevendo meu nome errado!

- Magina dona Maria! A senhora já é cliente aqui há muito tempo e eu sei escrever seu nome. É Maria da Luz Carvalho.

- Sim, Márcia mas tá faltando o V.

- Como assim tá faltando o V. Pera aí que vou dar uma olhada aqui na minha cópia.

Quando eu peguei a cópia daquela nota eu estremeci. O sobrenome daquela mulher tinha se transformado !!! E eu fiquei ali naquele surto, desejando que o céu desabasse sobre minha cabeça só pra eu não precisar voltar no telefone, mas não teve jeito. Tive que voltar.

- Dona Maria do céu, me perdoe!!! A culpa é da porcaria do meu teclado.

Fiquei ali me justificando e me desculpando pela gafe do teclado. O pior foi o caminho que a correspondência percorreu. O office boy, a atendente do correio, o carteiro... todo mundo rindo e achando muito original do sobrenome da Maria da Luz CarValho.

Ela claro compreendeu. O teclado foi arrumado. Mas desde esse dia checo mil vezes antes de escrever esse sobrenome traiçoeiro chamado Carvalho ...

quarta-feira, maio 24, 2006

Ontem a festa estava tão boa que até o Bob Esponja aproveitou pra encher a cara :)



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E agora eu também tenho tarja


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E o aniversariante também


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segunda-feira, maio 22, 2006

Preta Véia Imaginária

Eu sei que uma boa porcentagem de histórias de assaltos a mão armada não tem lá um final feliz. Eu mesma conheço uma delas, mas a que a minha amiga me contou no sábado até que foi engraçada. Claro, se não fosse trágica.

No ano passado, num período de 6 meses, ela teve seu carro roubado por 3 vezes. A primeira levaram tudo. Bolsa, celular, documentos e mais um monte de coisas que ela carregava no banco de trás. A seguradora encontrou o carro, que estava todo depenado, mas depois de um mês que estava no conserto finalmente ficou pronto.

Quando ela estava de bolsa nova, celular novo e já tinha tirado 2 ª via de todos os documentos, pimba! Foi assaltada de novo. Mas dessa vez só levaram o carro, e mais uma vez a seguradora o encontrou abandonado.

Na terceira vez ela já estava de saco cheio de tanto ser roubada, e teve um chilique quando o ladrão a abordou. Quando ela ouviu a voz de um cara de novo falando isso é um assalto ela respondeu :

- Ôooo não vem não que hoje eu não tô num dia bom ...

- Como assim dona, não ta num dia bom? me dá logo a chave do carro.

Ela começou a explicar pra ele que já era a terceira vez que ela era roubada, que ela já tava cansada, e blá blá blá . Mas o cara não quis saber de conversa e mais uma vez, em tom ameaçador falou:

- Dá a chave do carro aí dona!

Ela deu a chave, mas antes disse assim pra ele:

- Olha moço, tá aqui a chave. Mas primeiro deixa eu tirar minhas coisas do carro porque eu sou uma mãe de santo e se você levar as coisas que estão ai dentro, isso vai te dar um tremendo de um azar. Eu tava indo pra um despacho!

Ela disse que ele ficou com uma cara de preocupado e autorizou ela pegar as coisas. No meio das coisas pessoais dela tinha sorvete, esfihas, refrigerante. Ela acredita que as comidas o fizeram acreditar mesmo que ela tava indo fazer um trabalho...

Enquanto ela se dirigia para a porta de trás do carro, ela de vez em quando dava uns trimiliques como o corpo, pra parecer que ela tava encorporando mesmo uma Preta Véia Depois que ela pegou as coisas e ele entrou no carro, ela continuou com os trimiliques alí na calçada, até ele sumir com o carro dela.

É claro que hoje ela sabe que não deveria ter feito isso, que foi arriscado e tudo mais. Mas o fato é que a gente na verdade nunca sabe que reação vai ter numa hora dessas.

O carro pela terceira vez foi encontrado, mas depois disso nunca mais foi roubado.

Ela acredita que desde então, ele deve estar sendo protegido pela Preta Véia imaginária :)

domingo, maio 21, 2006

Convite de grego ...



sobrinho - Tio você vai comemorar meu aniversário de 9 anos na terça feira?

tio - Onde vai ser a festa?

sobrinho - Esse ano não vai ter festa não. Eu escolhi ir jantar num restaurante e comer camarão.

tio - Oba!!! Então eu vou sim.

sobrinho - Mas cada um paga o seu tá?