quinta-feira, março 09, 2006

A Fal recebeu o pedido de alguem pra listar no seu blog as suas cinco manias. Ela fez uma lista inteminável de manias que ela tem e que me fizeram morrer de rir. Algumas são até verdadeiras neuroses como sacudir o marido várias vezes durante a noite para ver se ele tá respirando; fazer contagem de todos os seus gatos pra ver se não esta faltando nenhum e consultar o saldo bancário umas duzentas vezes por dia.

Isso me fez pensar nas minha manias. Mas manias, quem não tem?


Eu só consigo dormir esfregando um pé no outro. Meu marido odeia isso e fica me cutucando para eu parar. Eu paro, espero ele dormir e começo tudo de novo. Odeio travesseiro quente, então passo a noite inteira virando ele pra poder me deitar num lugar mais geladinho. É estranho, mas no inverno isso é ainda mais gostoso ...

Odeio água dentro do meu ouvido. Quando eu vou lavar o cabelo no salão para cortar eu tampo meus ouvidos com a toalha da moça. Ela fica toda encharcada, mas eu não quero nem saber. Em casa uso uma calcinha de malha comprada exclusivamente pra secar meu ouvido. Na minha opinião toalhas não são boas pra isso. E as vezes levanto durante a noite só pra passar cotonete neles.


Já falei aqui do dinheiro. Tenho que arrumar todas as notas, carinha com carinha. 10 com 10, 50 com 50, e por ordem de valor. Quando algum cliente me entrega um bolo de dinheiro e eu percebo que está todo misturado eu fico desesperada. Não vejo a hora que ele vá embora logo pra eu deixar tudo arrumadinho. As vezes eu não agüento esperar ele ir embora e começo arrumar tudo na frente dele mesmo. Sempre recebo um olhar meio esquisito nessas horas ...


Tenho um cobertor verde com uns sapinhos e quando o meu marido coloca ele na cama de ponta cabeça eu fico gritando eles vão ficar tonto, eles vão ficar tonto até ele colocar o cobertor com os sapos de cabeça pra cima. E quando esta do avesso também.


Na aula de yoga eu não consigo fazer nada se eu percebo que meu cochonete está desalinhado com relação ao cochonete da minha amiga. Paro de fazer o que to fazendo, arrumo o bendito e daí volto para a postura.


Puxa, pensei que fossem mais de cinco! Mas acho que é só isso mesmo :o)))

quarta-feira, março 08, 2006


Hoje se comemora O Dia Internacional da Mulher e seguindo a sugestão da Denise de se fazer uma blogagem coletiva eu também resolvi prestar minha homenagem. Meus dias andam corridos e não tive tempo de procurar e até pensar em alguma coisa mais bacana, então resolvi colocar essa letra da música do Erasmo Carlos que eu acho super bonitinha. Pra ver a lista completa dos blogues participantes é só dar uma passada lá no Sindrome de Estocolmo.

Beijão a todas vocês, meninas mulheres :)



Mulher (Sexo frágil)
(Narinha - Erasmo Carlos)

Dizem que a mulher é o sexo frágil
Mas que mentira absurda
Eu que faço parte da rotina de uma delas
Sei que a força está com elas
Veja como é forte a que eu conheço
Sua sapiência não tem preço
Satisfaz meu ego se fingindo submissa
Mas no fundo me enfeitiça

Quando eu chego em casa à noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas pra quem deus luz não tem mais jeito
Porque um filho quer seu peito
O outro já reclama sua mão
E o outro quer o amor que ela tiver
Quatro homens dependentes e carentes
Da força da mulher

Mulher, mulher
Do barro de que você foi gerada
Me veio inspiração
Pra decantar você nesta canção
Mulher, mulher
Na escola em que você foi ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte, mas não chego aos seus pés.




segunda-feira, março 06, 2006

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Teve uma época na minha infância que uma das coisas mais divertidas que eu e a meninada da rua fazíamos era comprar aquelas fichas telefônicas, ir num orelhão, e ligar para números aleatórios para passar trote para os outros. Melhor que isso, era apertar a campanhia da casa dos outros e sair correndo, já que nesse caso a gente corria o risco de ser pego.

Nesse último sábado, o telefone aqui de casa tocou por volta das 11:30 da noite. Resolvi atenter e nesse instante passa um milhão de coisas pela minha cabeça, afinal aqui em casa não é comum ele tocar assim tão tarde. Pra ajudar era uma ligação a cobrar e eu fiquei lá esperando a mocinha terminar de falar: Chamada a cobrar para aceita la continue ...

- Alô?

uma voz esquisita do outro lado perguntou:

- Alô. Aí é da granja?

Eu fiquei pensando. Mas que tipo de pessoa liga pra uma granja em pleno sábado quase meia noite. E a tonta aqui respondeu:

- Não. Você ligou err...

- Então porque tem uma galinha falando no telefone.


Hahahaha. Desliguei o telefone morrendo de dar risada, afinal quantas vezes na minha vida eu não fiz isso.

É o feitiço virando contra o feiticero :o))

sábado, março 04, 2006

The pineapple goes to

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Depois de 20 anos de lançamento do filme A Morte Pede Carona, finalmente eu assisti, mas confesso que se ficasse mais uns 20 anos sem ve-lo não estaria perdendo nada. Detesto assistir filmes em que eu tenha que ficar gritando para o protagonista - Não entre aí não! - Cuidado! - Mata ele agora seu palhaço! - e o cara não faz nada daquilo que eu to mandando. Parece até que é de propósito. Salvo a Dona Morte, o resto do filme pra mim foi puro exagero, cheio de explosões e aquela cena do helícoptero caindo com um tirico de nada foi demais pra mim! E depois de ver as maiores atrocidades com direito até a dedão no meio da batata frita o sujeito que tinha que morrer jorrando sangue pelas ventas , acaba atropelado !!! Pra mim aquele mocinho tinha que ter morrido na primeira cena pra largar mão de ser trouxa!

Então as vespera do Oscar eu mando um trofeu abacaxi para o filme A Morte pede Carona.

E você pra quem vai mandar seu trofeu abacaxi? :o)

sexta-feira, março 03, 2006

Quem foi que disse que português é tudo burro?


Era uma vez um brasileiro passando férias em Portugal, em Lisboa pra ser mais precisa. Um dia ele entra numa loja, percebe que está sem dinheiro e resolve voltar no dia seguinte. Mas como seria um domingo ele pergunta para a funcionária:

- A loja fecha amanhã?

de pronto a moça responde :

- Não senhor!

No dia seguinte ele acorda, toma um maravilhoso café da manhã regado a pastéis de Santa Clara e tremoço e ruma feliz da vida para a loja. Chegando lá ele dá com a cara na porta e fica fulo da vida:

- Raios, raios, raios ! Aquela rapariga me enganou!

Abre parenteses - Você entendeu certo. O moço é brasileriro, mas como todo brasileiro que vai a Portugal, ele gosta de usar essa expressão raios, pois aqui no Braisli não tem muita graça usar. Ahh, a rapariga ele usou no sentido pejorativo mesmo.- fecha parenteses.


Na segunda feira ele volta a loja pra tomar satisfações com a funcionária:

- A senhora disse que a loja não fechava no domingo, mas estava fechada.

a moça respondeu:

- Ora pois! A loja não fecha porque ela não abre aos domingos. Estás a perceber?




Hahahaha. Tá certa, não?